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quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Melhores aplicações em renda fixa - setembro 2018

Aplicações em renda fixa
Setembro 2018

Para quem está começando com pouco capital ou para quem já tem uma reserva boa de dinheiro, iremos agora deixar algumas dicas de investimentos em renda fixa com os melhores retornos ofertados em diferentes instituições financeiras.

Lembrando que a caderneta de poupança deixou de ser uma aplicação viável, pois o retorno está muito baixo e a inflação praticamente leva todo o lucro da operação.

Não precisa ser um grande investidor para ter uma boa rentabilidade no CDB. Normalmente os bancos oferecem cerca de 88% do CDI para seus clientes e somente para grandes investidores esse percentual chega nos 100%. Isso nos bancos comuns, por isso eu indico "fugir" desses bancos.

CDB 100% do CDI no Sofisa Direto com liquidez diária.
Se você quer investir pouco ou muito, todo mês, e quer ter aquela reserva para eventuais emergências, deixe de lado a poupança e invista em CDBs com rentabilidade e liquidez diária. O Sofisa Direto paga 100% do CDI para aplicações a partir de 1 real, isso mesmo 1 real. Não importa quantos dias você irá deixar o dinheiro aplicado e, caso queira retirar basta solicitar o resgate da aplicação e usar o dinheiro. Tudo isso com rentabilidade muito maior que a poupança.

Outros CDBs com liquidez somente no vencimento:


CDB Pós-fixado

  • 106,0% para aplicações de 6 meses;
  • 108,0% para aplicações de 1 ano;
  • 110,0% para aplicações de 2 anos;
CDB Prefixado (rentabilidade mensal/anual)
  • 6 meses - 0,60% / 07,45%
  • 1 ano - 0,69% / 08,60%
  • 2 anos - 0,80% / 10,00%
  • 5 anos - 0,99% / 12,50%
CDB - IPCA
  • 4 anos - IPCA + 6,00% a.a. 


Na Rico corretora temos as seguintes aplicações (maiores rentabilidades):

CDB
  • CDB Banco Pine S/A - 122% CDI com vencimento para 1461 dias. Valor mínimo R$ 5.000,00
  • CDB Banco Original S/A - 119% CDI com vencimento para 900 dias. Valor mínimo R$ 5.000,00
  • CDB Banco Topazio S/A - 117% CDI com vencimento para 1096 dias. Valor mínimo R$ 1.000,00
  • CDB Novo Banco Continental - 116% com vencimento para 365 dias. Valor mínimo R$ 1.000,00
CRA (Sem garantia do FGC)
  • Eco Securitizadora - Isento de I.R. - 100% CDI. Vencimento 631 dias. Valor 1.027,54
  • RB Capital Securitizadora - Isento de I.R - 5,35% + IPCA. Vencimento 2029 dias. Valor R$ 1.040,63
  • Calango 6 Energia Renovável - Isento de I.R. - 6,45% + IPCA. Vencimento 3561 dias. Valor R$ 1.360,38
LC
  • Caruana S/A - 124% CDI. Vencimento 1461 dias. Valor R$ 5.000,00
  • Sax S/A CFI - 124% CDI. Vencimento 1096 dias. Valor R$ 1.000,00


CDB Prefixado
  • Banco Máxima - 130% CDI. Vencimento 2525 dias. Valor R$ 5.000,00
CDB Pós-fixado
  • Banco Máxima - 14,5% a.a. Vencimento 2525 dias. Valor R$ 5.000,00
LC
  • Caruana Financeira - 127,5% CDI. Vencimento 2166 dias. Valor R$ 10.000,00

Agora é só escolher e abrir uma conta na instituição que melhor agradar a rentabilidade. Lembrando que nenhuma delas cobra taxas para investir em renda fixa.

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terça-feira, 25 de setembro de 2018

Investir em debêntures


Debêntures

Uma debênture é um título de dívida de empresa que oferece direito de crédito ao investidor, remunerado por meio de juros prefixados ou pós-fixados. Em outras palavras, debênture é um empréstimo para determinada empresa que não seja uma instituição financeira ou uma instituição de crédito imobiliário. Trata-se de uma aplicação com rentabilidade superior a muitos investimentos de renda fixa.
A captação de recursos pela sociedade através de debêntures gera um lançamento contábil em seu ativo (caixa) e outro em seu passivo (circulante e/ou exigível a longo prazo). A finalidade desse tipo de financiamento é a de satisfazer, de maneira mais econômica, as necessidades financeiras das sociedades por ações, evitando, com isso, os contratempos das constantes e caras operações de curto prazo, junto ao mercado financeiro. Para emitir uma debênture uma empresa tem que ter uma escritura de emissão, onde estão descritos os direitos conferidos pelos títulos, suas garantias e demais cláusulas e condições da emissão e suas características.
Quando uma empresa precisa de recursos para aumentar capital, custear projetos ou pagar dívidas, algumas formas de se fazer isso são: geração de fluxo de caixa positivo, emissão de ações, emissão de debêntures, entre outros.
No caso das debêntures, o mecanismo de negociação no mercado é muito parecido com um CDB, pois funciona assim: o investidor empresta dinheiro para a companhia por meio da aquisição dos títulos e em troca recebe uma remuneração de acordo com o prazo e taxas (ou indicador) definidos no momento da aplicação.
Vamos demonstrar com um exemplo. Uma empresa quer viabilizar um projeto novo que terá o custo de R$ 50 milhões.
Em vez de buscar financiamentos de bancos, ela emite títulos de sua dívida para obter o financiamento. Assim, digamos que cada uma dessas debêntures custe R$ 1.000,00.
O investidor que aplicar em uma debênture dessas será credor e terá direito a esse valor inicial de volta acrescido de juros.
O tipo de rendimento (prefixado ou pós-fixado), as taxas, o vencimento, o investimento mínimo e as garantias variam conforme o papel e devem ser pesquisados com atenção antes do investimento.
As debêntures podem ser incentivadas ou comuns. As debêntures incentivadas são emitidas por empresas que pretendem realizar projetos de infraestrutura, elas possuem isenção de imposto de renda, o que valoriza o seu rendimento. Já as debêntures comuns possuem tributação de acordo com uma tabela regressiva em relação ao tempo de investimento. A alíquota de imposto de renda varia conforme o tempo de aplicação, de menos de 180 dias (22,5%) a mais de 720 dias (15%). Lembrando que essa porcentagem incide somente na rentabilidade da aplicação.
O investidor deve ter cuidado no valor investido em debêntures, pois este investimento não é contemplado com a garantia do Fundo Garantidor de Crédito. O mais recomendado é fazer o investimento através de grandes corretoras, já que elas fazem uma grande avaliação dos produtos financeiros antes de disponibilizarem aos seus clientes.
Esses títulos são de médio a longo prazos, normalmente de dois anos ou mais.
  • Vantagens: bom rendimento, isenção de impostos (debêntures incentivadas), diversificação de carteira.
  • Desvantagens: Prazo longo, não possui garantia do Fundo Garantidor de Crédito.


Referências:




segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Caderneta de Poupança


         Caderneta de Poupança

A Poupança é um tipo de conta que você pode abrir em qualquer banco, e que paga um rendimento mensal em cima do valor depositado. Faz parte dos investimentos em renda fixa. Grande parte da popularidade da Poupança se deve a sua simplicidade. Ela nasceu para levantar fundos para o financiamento imobiliário. Todas as instituições seguem exatamente as mesmas regras. Portanto, ela funciona como um investimento, que se tornou muito famoso entre os brasileiros por causa de características como:
  •          Facilidade e segurança.
  •          Isenção de Imposto de Renda (Pessoa Física).
  •          Liquidez para sacar o dinheiro.
A remuneração da Caderneta de Poupança é feita a cada mês completado. Recursos resgatados antes da chamada data de aniversário perdem a remuneração do mês em curso. Exemplo: Aplicação feita dia 05 de junho só irá ter remuneração dia 5 de julho.
Se você realizar vários depósitos em datas diferentes, a sua conta pode ter várias datas de aniversário. E se eles forem realizados nos últimos dias do mês (29, 30 ou 31), a data de aniversário considerada será o dia 1º do mês seguinte.
Um cuidado que o investidor deve ter e que faz toda a diferença para quem aplica seu dinheiro em Poupança é de evitar fazer saques em data diferente da data de aniversário. Se a data de aniversário não cair em dia útil, evite sacar no dia útil anterior, para não perder o rendimento do mês sobre o valor sacado.
A regra de remuneração vigente desde 04 de maio de 2012 determina que, para cálculo dos juros, seja observado o índice de 0,5% ao mês, sempre que a meta da taxa SELIC for maior que 8,5% a.a. Se a meta da SELIC for igual ou inferior a 8,5% a.a., o índice corresponderá a 70% da meta.
Para os valores depositados até 03/05/2012, é assegurado o rendimento fixo de 6% a.a. Em qualquer dos casos, é acrescido o valor correspondente à variação da TR, pelo tempo em que os valores forem mantidos em poupança, para consolidação da remuneração integral dos valores depositados.
Caso a sua conta possua depósitos efetuados nos dois períodos, saiba que os saques, transferências e quaisquer débitos em conta serão retirados primeiro do saldo dos depósitos novos (realizados a partir de 4/05/20112) e, por fim, do saldo dos depósitos antigos (realizados até 03/05/2012).

Referências
- Cerbasi, Gustavo. Investimentos Inteligentes (Rio de Janeiro, 2008).


Veja Também:

- Debêntures

Renda Fixa

RENDA FIXA

     Renda fixa é um termo que se refere a qualquer tipo de investimento que possui regras de remuneração definidas no momento da aplicação no título. Essas regras estipulam o prazo e a forma que a remuneração será calculada e paga ao investidor.
     Nesse tipo de investimento, o investidor concede um empréstimo, usualmente em dinheiro, a uma entidade em troca do pagamento de juros. Dessa forma a entidade, geralmente uma instituição financeira, emite um documento onde ela se compromete a devolver o dinheiro emprestado acrescido de juros após um período preestabelecido.

Risco da Renda Fixa
     Operações de renda fixa são consideradas operações simples e de baixo risco. O risco associado às operações de renda fixa está associado à capacidade da entidade que recebeu o empréstimo (o emissor do documento) em honrar a dívida que adquiriu. Tendo isso em vista, as aplicações de renda fixa são indicadas para investidores iniciantes ou conservadores, pois não expõem o investidor diretamente à volatilidade do mercado.

     No entanto, outros riscos podem ser considerados ao investir em renda fixa:

Risco de crédito: possibilidade do emissor não ser capaz de devolver o valor investido (principal) e os juros na data acordada;
Risco da inflação: possibilidade de redução do poder de compra do valor investido e dos juros no período em que o capital está investido;
Risco da taxa de juros: possibilidade das taxas de juros subirem para níveis superiores dos disponíveis na época de emissão do título, gerando um custo de oportunidade. Esse tipo de risco está fortemente relacionado aos investimentos pré-fixados, já que nessa modalidade de investimento, a taxa é pré-estabelecida no momento da aquisição do título e não sofre mudanças até o seu resgate, assim em cenários de alta da taxa básica de juros (Taxa Selic) os investimentos pré-fixados podem não ser tão interessantes ao investidor;
Risco de câmbio: possibilidade da taxa de câmbio de outras moedas subirem durante o período em que o capital está investido, causando perda do poder de compra em outros países;
Risco de reinvestimento: impossibilidade do investidor realizar outras aplicações com o capital durante o período em que ele já está investido;
Risco de liquidez: possibilidade do investidor necessitar do capital para outra finalidade antes da data acordada e não ser capaz de vender o título antecipadamente sem assumir perdas;
Risco político: possibilidade do governo ou outros órgãos regulatórios tomarem ações que façam o título perder suas características;
Risco de mercado: possibilidade de mudanças no mercado afetarem o retorno da operação;
Risco eventual: possibilidade de eventos ou catástrofes naturais afetarem o retorno da operação.

     No Brasil, existem diversos títulos comercializados no mercado financeiro que possuem característica de renda fixa. Dentre os que são oferecidos para pessoas físicas, os mais comuns são CDB, RDB, LC, LCI, LCA, CRA, CRI, FIDC, LF, DPGE, Debêntures e títulos públicos federais através do Tesouro Direto. Com exceção do Tesouro Direto, esses títulos podem ser emitidos por entidades públicas ou privadas, e têm rentabilidade fixa ou variável, o que os classifica como pré-fixados ou pós-fixados.

  • Pré-fixados: são os títulos cujo rendimento está associado a uma taxa de juros previamente conhecida. Nesse tipo de investimento, o portador do título resgata o valor investido na data acordada acrescido da remuneração previamente estabelecida. Temos os CDBs pré-fixados que você, na hora do investimento, já sabe quanto irá resgatar no vencimento do contrato. Exemplo: Seu banco oferece um CDB com valor de aplicação inicial de R$ 1.000,00 com taxa de 10% ao ano com aplicação de 12 meses, você sabe que irá resgatar o valor bruto, antes do Imposto de Renda, de R$ 1.100,00.
  • Pós-fixados: esses títulos são, em essência, títulos de renda variável, no entanto, são classificados como renda fixa pois seu rendimento está associado a indicadores de taxas médias de juros e inflação previamente estabelecidos, cujo resultado esperado é positivo. Dessa forma, não há risco do valor resgatado ser inferior ao valor investido. Além disso, é comum esses títulos oferecem uma compensação ou garantias sobre o resultado desses indicadores, usualmente através de uma taxa de juros pré-fixada a ser acrescida sobre a parte variável. A caderneta de poupança, LC, CDBs, são exemplos de investimentos cuja rentabilidade é pós-fixada. Nesse tipo de investimento você dependerá da evolução dos indicadores aos quais os investimentos estão atrelados. No caso da poupança, temos a Taxa Referencial, no caso de um CDB ou LC temos o CDI (110% do CDI, 100% do CDI). Temos casos também atrelados ao IPCA (5% ao ano acima da inflação medida pelo IPCA).

     Com o intuito de aumentar a atratividade dos títulos, é comum que as instituições emissoras ofereçam liquidez dos títulos ofertados, permitindo que o valor investido seja resgatado antes da data acordada com condições diferenciadas, como uma rentabilidade menor, por exemplo. As condições desse resgate são estabelecidas pelo emissor ou combinadas com o investidor, e sua disponibilidade varia de instituição para instituição. O Tesouro Direto, por exemplo, emite títulos públicos pré-fixados e pós-fixados com prazos que variam de meses a anos, no entanto, ele garante a recompra dos títulos pelo valor que estiver sendo praticado no mercado.

     Vale salientar que os títulos públicos são os investimentos mais seguros do mercado, pois contam com garantia do Tesouro Nacional e além disso, possuem liquidez diária, ou seja, podem ser resgatados a qualquer momento. Um ponto interessante a ser ressaltado é que os títulos públicos Pré-fixados e os títulos IPCA+ possuem marcação a mercado, isso significa que suas taxas flutuam de acordo com a expectativa dos juros futuros. Assim se uma pessoa investir em algum desses tipos de títulos e precisar resgatar o dinheiro investido antes do vencimento, poderá incorrer em prejuízo financeiro caso a taxa de juros sendo ofertada no momento da venda seja maior que a acordada no momento da compra do título. Diz-se que as taxas do Tesouro Pré (com juros ou sem) e do Tesouro IPCA+ (com juros ou sem) são inversamente proporcionais ao preço do título, ou seja, quando a taxa do título sobe, seu preço fica menor e quando a taxa desce, o preço fica maior. Por conta dessa dinâmica no mercado de títulos públicos (Exceto Tesouro Selic) é possível que investidores mais arrojados invistam de tal forma a maximizar seu lucro através de especulação. Um ponto importante é que a marcação a mercado não ocorre no Tesouro Selic, assim, esse título é considerado o investimento mais conservador do mercado e uma boa alternativa à poupança, já que seu rendimento será sempre superior.

     Investimentos seguros que contam com a garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC): Poupança, CDB e RDB, Letras de câmbio, Letras imobiliárias, Letras hipotecárias, Letras de crédito imobiliário e Letras de crédito do agronegócio.

    O valor máximo de cada pessoa, contra a mesma instituição associada, ou contra todas as instituições associadas do mesmo conglomerado financeiro será garantido até o valor de R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais).

Referências:
- https://pt.wikipedia.org/wiki/Renda_fixa
- https://www.fgc.org.br/

Veja Também:

- Debêntures
- Caderneta de Poupança

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sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Lucrando com Opções na Bolsa de Valores

Opções e lucros mensais

Como lucrar todo mês muito acima do que a renda fixa paga?
Acredite, você pode lucrar todo mês muito mais do que imagina. A renda variável te dá essa oportunidade sem ter que correr muitos riscos (digo muitos, pois na renda variável sempre existirá riscos). Você consegue tranquilamente entre 1,5 e 3% ou muito mais.

Como eu faço para ganhar mais usando Opções?
Possuo ações da Petrobras - PETR4 - e todo mês lanço opção de compra (CALL) em um preço acima do valor de mercado (OTM) da ação. Por exemplo, hoje fiz o lançamento da opção PETRJ214 (preço de exercício (strike) de R$ 21,42) e recebi de prêmio o valor de R$ 0,53 por ação. O preço da ação PETR4, hoje, é de R$ 20,18, portanto obtive um retorno de 2,62%. Tirando os gastos com corretagem e tudo mais, ficou um retorno líquido de 2,22%, ou seja, muito, mas muito acima do que a renda fixa paga. Atualmente a poupança está dando um retorno de 0,37% e os CDBs em média de 0,5%.

Cada mês é representado por uma letra no mercado de opções. A opção que fiz o lançamento coberto é com validade para o dia 15/10/2018, por isso a letra J como sendo a décima letra do nosso alfabeto é representada como o décimo mês do ano (outubro). O dia 15 é pelo fato de as opções terem sempre seu vencimento na 2ª segunda-feira de cada mês.

O que eu fazia e o que eu faço com o dinheiro obtido? Vou contar para vocês.

Durante alguns anos, todo o lucro ganho com os prêmios das opções eu reinvestia nas próprias ações. Assim, todo mês aumentava o número de ações em carteira e o capital multiplicava cada vez mais. Até aí, excelente, não? Porém, o mercado de renda variável é muito "louco" e em certos momentos de pânico eu via meu saldo total despencar violentamente. Com isso, resolvi há uns 6 meses trocar o jeito de investir para correr ainda menos riscos.
Atualmente, todo o valor que consigo do retorno dos prêmios das opções que lanço, envio para a renda fixa e faço o valor multiplicar (porcentagem inferior), porém com 0 (zero) risco.

A partir de agora irei publicar mês a mês os melhores investimentos em renda fixa que sejam acessíveis a todos e não somente para milionários. Basta ir atrás que você se surpreende com os altos retornos que algumas instituições oferecem. 

Digo uma coisa, saia do seu banco, pois ele não te dá retornos decentes. Fica a dica!

Bora chegar no primeiro milhão juntos?

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